sábado, 22 de fevereiro de 2014

Por que HOMENS é que devem estar no comando

Uma professora posta uma foto em seu Facebook degradando o status social de um homem aparentemente mais pobre que ela, que ainda seria seu companheiro de voo:



O detalhe é que essa "professora", na verdade, é uma famosa professora universitária de Letras da PUC-Rio especializada no ensino de português para estrangeiros, tendo inclusive escrito um livro na área. Em outras palavras, a ela está incumbida a responsabilidade de orientar e ajudar pessoas; e o requisito mínimo para uma pessoa ajudar outras pessoas é ser livre de preconceitos quanto à suas origens e situação atual. Obviamente, preconceito é o que parece não faltar nela ao analisar pessoas pela sua aparência. Se esse "pobre" homem branco e acima do peso que nada tinha a ver com ela não escapou de sua língua (virtual) ácida, imagine o que um queniano magérrimo e da cor do carvão vai ter que passar se depender das aulas dela para aprender português.


E é interessante notar também como outras mulheres puxam a degradação do status social do cara, com uma delas inclusive imaginando a grosseria do comportamento do cara diante dela: "E sabe o que é pior? quando esse tipo de passageiro senta exatamente a seu lado e fica roçando o braço peludo no seu, porque - claro - não respeita (ou não cabe) nos limites do seu assento" - proferida por Daniela Vargas, que é coordenadora de graduação da mesma faculdade, ou seja, uma autoridade ainda maior que padece de nojo a homens pobres (e talvez asquerosos).

Esta demonstração, junto com o desastre de uma mulher ao criar uma empresa só com mulheres e com a escalada de narcisismo constatada nelas nas últimas décadas, mostram o quanto a mulher, além de desinteressada, é incapaz de zelar pelas pessoas que estão sob sua autoridade.


Isso é um fato que as feministas sempre escondem para pregar por mais mulheres no poder, mentindo à sociedade dizendo que um mundo com mais mulheres no poder será um mundo "com mais sensibilidade e justiça social", exemplo as propagandas recentes do PTB Mulheres. Na prática, o que acontece é que o feminismo ensina às mulheres que elas podem ter o poder nas mãos e mudar os rumos da sociedade da mesma forma que os homens fazem, mas não as ensinam sobre as responsabilidades que tais poderes requerem - afinal, feministas dizem que mulheres têm direitos, não direitos e deveres. E o resultado, previsivelmente, é mulheres que chegam ao poder pensando que é só dar ordens pra lá e pra cá e esfregar o crachá de seu supercargo nas pessoas para conseguirem o respeito delas.

Homens, ao contrário, quando ocupam algum cargo de chefia, têm noção do peso da responsabilidade que é preparar estratégias, lidar com planos e gerenciar pessoas e os conflitos entre elas. E quando não se sentem capazes de aguentar tudo isso, renunciam em favor de alguém que tenha a capacidade necessária. Por quê? Porque eles sabem pensar em muito mais coisas além deles mesmos.

Veja os relacionamentos. Homens são dispostos a dar a própria vida pela segurança e bem estar de sua parceira - como este rapaz que morreu ao tentar salvar sua namorada de um afogamento -, enquanto mulheres, se estão no comando da relação, se enjoam do parceiro e terminam o namoro. Já ouvi muitas mulheres separadas dizendo que se separaram porque o homem era "legal demais". Isto acontece porque mulher não quer se responsabilizar pelas decisões em um relacionamento, assim, quando a mulher comanda, o destino do relacionamento é o fim. 

Mulher só quer receber, não quer dar, mesmo que ela tenha muitos recursos. Numa pesquisa de um site de relacionamentos para milionários, verificou-se que 82% das mulheres entrevistadas insistiriam em um acordo pré-nupcial, enquanto apenas 17% dos homens fariam isso. Ora, a pessoa que deseja fazer um acordo nupcial com certeza o faz para poder dizer, "isso e isso aqui é MEU e não quero dividir com ninguém!"; a mesma pesquisa mostrou que as mulheres ricas querem se casar com caras tão ou mais ricos que elas, ou seja, mostrou que a mulher no geral tende a se sentir melhor num relacionamento onde o homem possa prover recursos a ela. Homens não se importam de fazer uma mulher de uma classe social muito mais baixa que a dele ser seu par; já mulheres, ao verem um homem de classe social mais baixa se aproximar delas com intenção romântica, por mais educado que seja, se borram de repulsa e nojo - imagine então pensar em sustentar esse cara!

Voltemos às professoras universitárias degradando o status social do homem tomando seu lanche popular no aeroporto. Essas professoras são responsáveis por cuidar do futuro profissional de milhares de pessoas, mas a atitude delas demonstra que elas não merecem estar na posição em que estão. Mas o emprego delas com certeza está garantido, já que nesta sociedade feminista as mulheres têm o privilégio de brincarem de chefe nos seus carguinhos como merecem, enquanto homens que criticam mulheres preguiçosas em seu setor são demitidos imediatamente.

EDIT: Descobriu-se que o tal pobretão que estava comendo lanche num aeroporto era na verdade um advogado; um cara que é muito requisitado no Brasil e, provavelmente, deve ganhar grana pra caramba - ainda mais considerando que ele estava voltando de um cruzeiro marítimo. Isso te serve de exemplo da (in)capacidade da mulher de julgar os méritos de uma pessoa através de sua aparência física, e como isso acaba influenciando o jeito dela de tratar aquela pessoa. Será essa a "sensibilidade social" da mulher que as feministas tando propagandeiam?

EDIT2: Duas semanas depois dessa atitude abominável, a professora foi afastada da Coordenadoria de Graduação da universidade onde ela trabalha. Mas, ainda, ela continua dando aulas. Se compararmos com um fato de um homem ter sido demitido da noite para o dia após criticar suas funcionárias comprovadamente preguiçosas, veremos que esta ainda foi uma punição branda.

2 comentários:

  1. Engraçado, dois representantes do sexo masculino comentaram no post da professora que demonstra preconceito contra um cidadão mal arrumado no aeroporto, vejam o macho Luiz Pedro diz o seguinte: O GLAMOUR FOI PRO ESPAÇO", e o outro rapaz afirma: "ISSO É SÓ UMA AMOSTRA DO QUE TENHO VISTO PELO BRASIL". Por que o artigo não analisou os comentários masculinos. Vou analisar no lugar de vocês, seguindo sua ótica: homem não serve para liderar, pois vejam que absurdo exige glamour do seus comandados, será que é possível um trabalhador de mina ou um limpador de vidraça ter "glamour". E o outro também preconceituoso, achar que todo o Brasil não merece respeito, por estar vendo "pessoas humildes" frequentando ambientes anteriormente dominado pelos representantes da elite, lamentável essa tendência masculina de generalizar.

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  2. Engraçado, dois representantes do sexo masculino comentaram no post da professora que demonstra preconceito contra um cidadão mal arrumado no aeroporto, vejam o macho Luiz Pedro diz o seguinte: O GLAMOUR FOI PRO ESPAÇO", e o outro rapaz afirma: "ISSO É SÓ UMA AMOSTRA DO QUE TENHO VISTO PELO BRASIL". Por que o artigo não analisou os comentários masculinos. Vou analisar no lugar de vocês, seguindo sua ótica: homem não serve para liderar, pois vejam que absurdo exige glamour do seus comandados, será que é possível um trabalhador de mina ou um limpador de vidraça ter "glamour". E o outro também preconceituoso, achar que todo o Brasil não merece respeito, por estar vendo "pessoas humildes" frequentando ambientes anteriormente dominado pelos representantes da elite, lamentável essa tendência masculina de generalizar.

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