sábado, 22 de fevereiro de 2014

Machismo não existe

Acredito ter visto, nesses últimos dois meses, a palavra "machismo" estampada nos portais de notícia mais vezes do que em todo o ano passado, e já estou cheio disso. Inclusive este blog vem sendo visitado por mais feministas, que não deixam de soltar nos comentários os mesmos posts depreciativos e repetitivos de sempre. Mas o fato é que esse tal de machismo não existe, e eu vou te mostrar o porquê.

Esta é uma boa hora para mostrar a você como o feminismo mantém vivo no subconsciente da sociedade suas teorias e dogmas fraudulentos, pra que você não seja o próximo a cair na armadilha do silêncio que elas montam com artifícios baixos.



Já foi escrito na Manhood Academy Brasil diversos posts desmistificando mitos feministas como a disparidade de salários homem-mulher, a mulher como única vítima da violência doméstica, a mulher como ser capaz de ter liderança, a mulher como um ser multitarefa, entre outros; também falamos do ódio velado das feministas ao ser humano do século masculino (que no fundo é o combustível que move essas mulheres dementes na luta por mais políticas pró-mulher), de como o feminismo vem impondo sua agenda nas instituições (especialmente nas áreas acadêmica e escolar), e inclusive, denunciamos todo o cinismo desses movimentos pós-modernos que acusam os outros de preconceituosos, quando na verdade eles mesmos são os preconceituosos, além da miséria que o mesmo submete as próprias mulheres. A leitura dos posts linkados é suficiente para dar a base para refutar 95% de todo o besteirol feminista que é propagandeado por aí. Mas, ao mostrar tudo isso para uma feminista qualquer, a primeira e única reação, previsível, é te chamar de machista e preconceituoso.

Por quê?

Simplesmente porque a noção da realidade das coisas está completamente perdida nelas.

Toda feminista sabe que não tem nenhuma razão e sabe que suas críticas não fazem nenhum sentido. Mas é justamente aí que entra o componente emocional, a mulherzice de reagir de forma dramática para chamar a atenção para a sua própria coitadice. Afinal, é o que toda mulher sabe fazer; elas sabem que todo homem está condicionado a cuidar de uma mulher e, assim, estará sempre disposto a dar ouvidos a ela caso ela demonstre estar se sentindo mal com alguma coisa. Assim, quando alguum homem fala alguma coisa que vai de encontro ao que ela própria acredita, ela imediatamente começa a se sentir mal, por possuir investimento emocional nessa crença, e comunica isso a ele, primeiramente de forma agressiva, para que ele pare de fazê-lo imediatamente. É o mesmo mecanismo que se usa pra repreender um homem que chame uma mulher de gorda, ainda que ela realmente pese 200 kg.

No caso de um homem que conteste o feminismo, o que sobra pra ele são acusações aleatórias de ser um cara que despreza mulher, uma bicha enrustida, um cara que chega em casa e bate em mulher depois de encher a cara no bar, que defende que mulher tem que ser acorrentada em casa, etc. Tudo bobagem! Na verdade, tudo isso não passa de uma tática de intimidação feita pra abusar de seu instinto protetor; se pega um cara desprevenido, ele é forçado a se justificar dizendo que não é nada daquilo, enquanto elas vão inventando mais acusações tolas ad infinitum. Elas são como adolescentes mimadas e rebeldes que, ao se verem rejeitadas por uma sociedade que ainda não as compreende, põem a culpa nos próprios pais por sua miséria. 

E quanto ao cara ser acusado de machista? Machismo é o mais genérico e vago dos rótulos. É tão natural chamar alguém de machista que a pessoa que o xinga nem pensa no que está falando. É uma reação instintiva, que de vez em quando, é usada até contra mulheres. E desde que me aprofundei com minhas pesquisas antifeministas, tenho visto feministas caracterizando os outros de machistas por um zilhão de razões contraditórias; a mais gritante foi chamar de machista aquele filme que o Tony Ramos e a Glória Pires invertem os papéis de homem e mulher. De fato, o que eu percebi foi que NINGUÉM - por mais feminista e baitola que seja - está a salvo de ser cunhado como "machista" um dia. Pode ser simplesmente por discordar de uma ideia de uma mulher qualquer e o assunto da discussão não ter nada a ver com a legitimidade dos papeis de gênero.

Quer dizer então que, se machismo não existe, o sexismo não existe? Existe, sim, e tem definição: é a fobia de uma pessoa a uma atitude, ou comportamento, ou um estilo de vida apresentado por outra pessoa, por achar que aqueles padrões não são apropriados por sexo dela. É o caso do homem que não deixa a mulher sair de casa pra nada, ou que evita entrar num carro dirigido por mulher. Mas também é o caso de uma mulher nutrir um ódio latente aos homens por pensar que eles têm privilégios especiais na sociedade, ou achar que eles ainda têm que pagar pelo jantar delas mesmo que elas ganhem o próprio dinheiro. O feminismo mesmo é um exemplo de ultrassexismo em favor da mulher que, inclusive, vem articulando politicamente para aprovar privilégios especiais para elas, desde pensões alimentícias vitalícias (com prisão de quem não consegue pagar) até mesmo abolir prisões para mulheres criminosas, como vem se propondo no Reino Unido.

Portanto, ao se deparar com uma situação assim, não dê bola para tais acusações tolas e leve o foco da discussão para a desonestidade intelectual e a estupidez que elas demostram ao lançarem mão desses subterfúgios toscos. Não hesite em chamá-las de idiotas e burras, se necessário; afinal, se elas um dia imaginaram ser "fortes, independentes e capazes de debater como gente grande", você não tem de dar satisfação para elas se elas acabarem machucando o próprio ego no processo.

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